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fevereiro 05, 2012

Entrevista com Richard Ashcroft





Olá, boa noite Mr. Ashcroft
Boa noite minha cara, podemos ser rápidos?
Claro, vamos lá, Sir...

A imprensa britânica passou a chamá-lo de “Mad Richard” há uma década...
Como você lida com as informações a respeito de sua vida e do seu trabalho?
Não lido e nem ligo, deixo acontecer

Como foi a parceria inusitada com Jagger e Richards?
Bem, a letra de “Bitter Sweet Symphony” é um relato sobre meu passado junky
Ela foi colocada sobre um sample de “The Last Time” dos Stones...
... E, o sucesso da canção nos 90’s despertou a cobiça do Allen Klein mais uma vez
Então, tivemos que dar co-autoria aos caras

Só que todos os royalties foram para o Klein, correto?
Exato, aquele cara é a personificação do mal capitalista
Todos que usaram seus serviços foram de alguma forma, usurpados
E ele comprou as canções dos Rolling Stones por uma bagatela!
Isso só comprova que a vida é realmente uma ‘sinfonia doce-amarga’
Nascemos e morremos escravos do dinheiro

Você ainda acredita nas pessoas?
Muito pouco
Tenho dois bons amigos: Liam e Noel Gallagher
Foram eles quem me tiraram...
... Me desviaram da estrada onde todas as veias se encontram
Devo minha recuperação pessoal e artística a esses beberrões

Como você se descreve para os fãs e para os críticos?
Sou um milhão de pessoas diferentes
E sei que posso mudar quando quiser, sempre posso
Sempre posso tentar algo novo e recomeçar...
Só não mudo minha moldura, Mrs. Poison
Depois que purifiquei minha mente, sinto-me livre para trilhar caminhos que ainda não percorri

O The Verve vai voltar?
Ah, sobre o Verve...
... Posso dizer-lhe que estamos hibernados!
Mas, o caminho aéreo está livre
Não há ninguém cantando, tocando, compondo e nem gravando material agora

Muito obrigado pelas palavras Mr. Ashcroft
Foi sensacional tê-lo presente!
Obrigado, minha jovem, sabia que eu adoro as brasileiras
Elas são... São muito generosas!

*Entrevista concedida a Núbia Poison no Pub Camel em Londres em dezembro de 2008.
*Richard Ashcroft, nascido na Inglaterra, foi vocalista e compositor da banda britpop The Verve
*Núbia Poison, integrante virtual e roadie dos Retinas Queimadas é jornalista das publicações Retinas News.
*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência

setembro 16, 2011

Entrevista com Núbia Poison



Núbia Poison é a repórter das publicações Retinas News.
Eu, Anita Baker, a entrevistadora da revista Maga Zine fiz um “jogo rápido” com ela:

*Um instrumento: Violão com cordas de aço
*Um compositor: Martin Lee Gore do Depeche Mode
*Um vocalista: Peter Murphy do Bauhaus
*Um guitarrista: Slash do Guns n’ Roses
*Um baterista: Meg White do The White Stripes
*Um livro: Folhas de Relva de Walt Whitman
*Um filme: Morangos Silvestres de Ingmar Bergman
*Um poeta: Fernando Pessoa
*Um ídolo: Rogério Skylab
*Um perfume: Eternity de Calvin Klein
*Um sonho: Ser gente
*Um hobbie: Navegar
*Uma música: Stella was a diver and she was always down, Interpol
*Uma bebida: Qualquer vinho tinto seco
*Uma comida: Filé Cantonês
*Uma sobremesa: Chocolate e... Chocolate!
*Uma decepção: Aquele desprezo
*Uma mensagem:
“Não se joga na cara de Deus o aborrecimento de uma vida amarga”
(Gustave Flaubert)



*Entrevista concedida a Anita Baker na casa de Lou James.
*Anita Baker, entrevistadora da revista Maga Zine.
*Núbia Poison repórter das publicações Retinas News, roadie e backing vocal nas horas vagas.
*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

março 03, 2011

Entrevista com Lou James





Eu, a repórter Núbia Poison, inicio essa entrevista lhe indagando:

O que te impele?

De onde vem teu ímpeto?

Da vontade!

E, de onde vem esse desejo intenso de querer?

Da representação que habita em mim!



Depois de emplacar hits como:

“Minha namorada é uma webcam” e “Quase erro”

Escrever poemas existencialistas e góticos, contos policiais e ser adepto do minimalismo...

... Como você se define?



Há um tempo, parecia que criar os Retinas Queimadas seria uma coisa boa

Sempre pensei em ser escritor, nunca músico

Muito menos vocalista de uma banda punk underground virtual com enorme influência gótica

Sou lúdico, me defino assim

Se houvesse um meio de dar sabor a visão e a audição...

Tento dar um jeito de enxergar e ouvir as coisas de uma maneira não-amarga

E levemente, tentar adoçá-las



Entendo Lou... E como você criou seu estilo literário?

Bem, vivemos numa época de releituras e adaptações

E, naturalmente precisamos absorver o que já foi produzido

Há muita coisa boa para ser usufruída

Penso ser, esse, o momento de mostrar às gerações toda a expressão artística, visual e musical com a qual interagi e está disponível nas bibliotecas, na internet e nas prateleiras das bibliotecas e Sebos

Um poema meu não é um fim-em-si

Ele não se encerra depois de lido

Ele é um canal, uma passagem que transporta o leitor a outro texto

... Outro poema, outra canção

Minhas obras direcionam-no a matriz da inspiração, à fonte

Deste modo, penso ter criado uma espécie de chave ou código que permite abrir as portas da percepção do leitor, do ouvinte

E mais...

Aguçar a sua curiosidade e seduzi-lo na busca do conhecimento pleno



Quais são suas influências?

São tantas e temo não conseguir me lembrar de todas agora

A literatura gótica e existencialista, o rock gótico, o punk, a MPB dos 70’s e 80’s; os filmes B de terror, os filmes de terror clássicos e muitos escritores brasileiros...



Cite alguns para ilustrar a entrevista Lou...

Hum, na literatura posso citar:

Fernando Sabino, João Ubaldo Ribeiro, João do Rio, Lima Barreto, Clarice Lispector, Orígenes Lessa, Fausto Wolff...

Poderia ficar aqui citando autores que li e leio por longos minutos



Há muita fragmentação da arte como forma de expansão do conhecimento?

Óbvio que sim, e isso começa na escola, na mais tenra idade

Descartes fragmentou o conhecimento tal qual o conhecemos ainda hoje

E essa corrente teórica, de certo modo, prevalece nas passagens de tempo, chegam aos dias atuais e se estendem pelas artes, ciências e música

O conhecimento está fatiado nas mais diversas filosofias e instâncias, nas mais diversas correntes e em seguidores e detratores, admiradores e críticos

Isso funcionou bem em determinadas épocas e formamos especialistas cada vez mais dominadores dum único tema

Mas há pontos em que o cartesianismo está sendo revisto e um novo paradigma sendo elaborado por essa geração

Defendo a busca do conhecimento pleno, na amplitude máxima do saber...

Estimulo a visão holística dos seres sobre as coisas, sobre os fatores mensuráveis e imensuráveis



O que você considera “impraticável”?

Queimar livros!

Acho que nunca conseguiria praticar esse ato

Qualquer livro, desconhecido ou clássico, todos possuem alma

Possuem uma força, algo de sobrenatural

Queimar livros é como destruir vidas!



Muito bom Lou, interessante esse ponto de vista

Para terminar, deixe um recado para os fãs...

Ah, tento ser criativo e não vivi as coisas que escrevo

Também tenho medo e sou corajoso ao mesmo tempo

Escondo-me atrás da máscara e...

... Agradeço a todos que me lêem

Tento dar a minha visão aos fatos, as histórias e estórias

Eu fui educado com a Bíblia




*Entrevista concedida a Núbia Poison no BCB, Botequim Charles Bukowski.


*Núbia Poison, integrante virtual e roadie dos Retinas Queimadas é jornalista das publicações Retinas News.


*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

outubro 04, 2010

Entrevista com Clarice Lispector



por: Núbia Poison





Nossa, meu momento máximo!

Vim entrevistar-lhe, e gostaria de lhe dizer...

... Não sou uma entrevistadora diante do entrevistado

Sou uma fã em contato com seu ídolo



Grrata, muito grrata minha jovem

Podemos começarr...

So... Vamos lá!

... Sua presença me inibe Dona Clarice



Ficaria lhe olhando por horas

Admirando, apreciando-a...

Minha jovem, então não perrgunte nada

Vamos aos fatos pela panorrâmica



Sou uma trrabalhadorra óculo-manual

E considerro um livrro prronto como um livrro encerrado

Também não gosto do que escrrevo

Porr isso, não faço rrevisões e não rreleio minhas publicações



A senhora se considera uma escritora profissional?

Não, não me considerro... Porrque, só escrrevo o que querro

... E quando eu querro

No dia-a-dia, minhas ações ultrrapassam qualquerr palavrra



Pergunta inevitável: Acreditas em Deus?

Assim como a hóstia não tem gosto e é parrte de um rritual

E sei que sou feita a imagem e semelhança Dele...

Bem, se sou semelhante, também sou crriadorra

Foi Ele quem me mandou inventarr

E depois que captei o “espírrito da coisa”

Me torrnei escrritorra

Sou “Crristã laica apostólica” e Deus é de quem consegue aceitá-lo, senti-lo

Essa aceitação tornou-se forrça maiorr em minha vida!



Conte-nos um pouco sobre a Clarice como mulher...

Nunca me esqueci das pessoas com quem dorrmi

Mas, vivo exclusivamente o prresente

Como mulherr, sou rreduzida em mim mesma

E o espanto me impele

Também vou ao merrcado e cuido das rroupas

Adorro cozinharr parra alguns amigos e rrecebê-los de vez em quando



Na sua trajetória de vida, existe algo que gostaria de ter feito...

... E não fez?

Gostarria de terr mentido nos momentos cerrtos

Porrém, escrrevendo, eu não minto nunca



Como é escrever um livro, um conto?

Em que se baseia?

Esse ato é como serrrar uma barrra de ferrro!

Voam faíscas que não me ferrem



Mas, da medo ao começar?

Histórrias muito simples me causam aflição

É muito difícil elaborrarr uma histórria simples

Meus livrros, mesmos os insípidos, trrazem-me um rritual

O rritual do abandono do conforrto



Muito obrigada pela atenção e pelas palavras

Reitero o quanto a admiro, li tudo o que escreveu

Qual texto meu você mais aprrecia, minha jovem?

“O ovo e a galinha” é extremamente hermético traz-me questionamentos inverossímeis e...

“A paixão segundo G.H.”, trouxe-o para a senhora autografá-lo!



Hum, realmente “O ovo e a galinha” trrilhou por um caminho obscurro...

Dê-me aqui o livrro, farrei uma dedicatórria a jovem rrepórterr Núbia Poison...

Muito grata!

Ah, inefável minha escritora, inefável

Deixe uma mensagem aos leitores, para terminar...

Semprre fico atenta aos astrros e...

... Obserrvando o univerrso, perrcebo que viverr não é coisa lógica!

Uma flauta doce é coisa lógica!




*Homenagem a Clarice Lispector: 1920 - 1977



*Núbia Poison, integrante virtual e roadie dos Retinas Queimadas é jornalista das publicações Retinas News.



*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

agosto 06, 2010

Entrevista poética com Adoniran Barbosa (da maloca vinha o samba)


“Sou um cara triste,
Faço piada, mas é só por fora”
(Adoniran Barbosa)


Dá licença de contar...


O mais ‘punk’ dos sambistas, um fumante inveterado
Sou a repórter Núbia Poison e esse é meu entrevistado
Sem data de nascimento definida, mas com destino bem traçado
Falo de Adoniran Barbosa e eram dois maços por dia
“Nunca comprados, sempre filados”, como ele insistia




Na Cidade Ademar, com Mathilde e seus cachorros
Construiu sua parada, teto baixo, varanda e quintal
Em ‘Jaçanã’, não havia morada, só direito autoral
Sempre irônico, explicou-me a ‘questã’:
Desse bairro me veio a rima com ‘manhã’




Não é fácil escrever errado as letras de meus sambas
Isso tem que parecer real, convencer o intérprete e o ouvinte
Preste atenção menina, ouça o seguinte:
Se não sabes concatenar e nem o público convencer
Só aplauda, pois a eles não terás nada a dizer




Também conto causos e aqui vai mais um
Igual a esse, nunca ouvi nenhum
Pedi um taxi e pelo trajeto ouvia no rádio, bem naquela estação
Os ‘Demônios da Garoa’ interpretando minha canção
E na frente, um motorista confuso com minha informação...




Ao invés do estúdio, anunciou-me manobrando:
Chegamos ao Hotel Eldorado!
E foi logo estacionando
Desci do carro, sem bagagem e desolado
Chamei então, o porteiro num verso sagaz
Meu rapaz, hoje minha mala será aquela enorme lata de lixo, olhe para a sarjeta
E sorrindo-me absteve-se da gorjeta







*Adoniran Barbosa: Sambista que nasceu em Valinhos, interior de São Paulo, supostamente no dia 06 de agosto de 1910 e faleceu em São Paulo, Capital em 23 de novembro de 1982.

*Entrevista concedida a repórter Núbia Poison no Hotel San Juan na Rua Aurora em São Paulo.

*Núbia Poison, integrante virtual e roadie dos Retinas Queimadas é jornalista das publicações Retinas News.

*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.



*Fonte: Mugnaini Jr, Ayrton: “Adoniran – Dá licença de contar...” Editora 34, 2002.




*Homenagem ao centenário do sambista que não perdeu o trem!

junho 01, 2010

Nosfa #


É fato


Um dia, serei famoso


E isso


Me assusta um pouco













*Depoimento de Nosfa, a bateria eletrônica dos Retinas Queimadas para a repórter Núbia Poison

Entrevista com Ozzy Osbourne




A origem do nome, hummm...
Boa pergunta, Mrs. Poison
Black Sabbath, com Boris Karloff
O Cinema de terror trouxe o nosso nome


Você assistiu ao filme, Mr. Osbourne?
Sim, havia um cinema em frente a um apartamento de cômodos negros...
... Na época, do nosso guitarrista, e, de lá vimos o cartaz
Acho que era uma noite de sexta-feira 13 bem chuvosa


Imagino a cena, Mr. Osbourne, surreal...
É Mrs. Poison, surreal é a palavra
...Lembro-me quando
O Iommi disse-nos:
O que acham de colocarmos influências de terror literário e cinematográfico nas canções?


Criar um conceito...
... Era fundamental na proposta de vocês, certo Mr. Osbourne?
Exato, começamos a escrever músicas de terror
E, desde então, li a Bíblia Sagrada algumas vezes e
Cantamos sobre a Morte, o Terror e o Fim do Mundo


A Bíblia Sagrada, Mr. Osbourne?
Há muita filosofia nas Escrituras, Mrs. Poison
Aprecio Deuteronômio no Velho, assim como Eclesiastes
Além de Apocalipse, é claro
Aquelas metáforas sobre O Fim são sensacionais, concorda?


Concordo, mas não as li, Sir
As suas canções! Ouvi; ouvi muito o primeiro álbum e, Paranoid...
Iron Man, é o toque do meu celular, Mr. Osbourne, pode acreditar
Grato, Mrs. Poison, grato
Diga-me Sir, como foi gravar o primeiro álbum?
Ha, Ha, Ha, essa é uma história engraçada, hhããã


Quando levei nosso primeiro disco para casa
Meu pai estupefato, olhando-me perguntou:
Ozzy, tem certeza que só bebe cerveja?
Foi, no mínimo, desconcertante tentar explicar
Na verdade, não havia explicação, não é Mr. Ozzy?
É, vamos mudar de assunto


E o seu conceito sobre o Heavy Metal?
Detesto a conotação
Significa “chumbo do grosso”, onde está a música?
Tudo é Rock ‘n Roll, basicamente Rock ‘n Roll
Uns tocam acelerado, outros mais devagar...
Alguns tocam mais alto
Outros até abaixo do normal
Mas, basicamente, tudo isso é Rock ‘n Roll
O que nos importa?
Transformar nossos fãs em fieis seguidores
Essa é a hora da metamorfose
Pois, transforma-se a essência
E isso, confunde as aparências


Sincero, Mr. Osbourne, sincero...
Conte-nos sobre os shows, como eram?
Ah, as coisas mais esquisitas acontecem num show de rock
E nós, aprontávamos tanto
Bem, a verdade das coisas só aparece pelas pequenas frestas
Qual era mesmo, a pergunta?


Conte-nos sobre a lenda... Mr. Ozzy
Qual, a de ter comido o morcego?
Exatamente, Sir.
Qualquer coisa que lhe disser não me servirá de nada
Carregarei o estigma por toda minha vida
Mas, quem sabe, se...
Realmente não acabei comendo um


Na verdade, queríamos dar
Uma sobrecarga exagerada nos sentidos
Penso ser essa
A melhor definição
Para o som que
O Sabbath fazia nos 70’s


Se gosto do Kiss?
Sempre acompanhei o trabalho deles de alguma forma
A pintura nos rostos, os bonecos articulados
Eles invadiram os lares americanos por meio das crianças
Nisso, eles foram muitos bons!
Fomos uma reação a calmaria dos hippies; eles lá, nós aqui


O mundo admite, Mr. Osbourne, vocês chegaram com tudo!
Isso, a gente chegou com tudo, Mrs. Poison
Tinha muita encenação ou vocês eram realmente aterrorizantes?
Isso foi o Rock Teatro, idéia do Alice Cooper
Aquilo sim era “Show de horrores”
Éramos bandas de Rock ‘n Roll e, éramos cheios de idéias


Ok, Mrs. Poison?!
Finalizaremos agora, preciso ir alimentar meus cães
Grato, Mr. Osbourne adorei sua generosidade, sua recepção
Na verdade, vou correr no vazio, adeus garota
... Antes que eu tenha que lhe explicar
Sobre o Polca Tulk Blues


*Entrevista concedida a Núbia Poison no S & M Cafe em Londres
*John Michael Osbourne, conhecido como Ozzy Osbourne: Birmingham, Inglaterra, 3 de dezembro de 1948 foi vocalista do Black Sabbath
*Boris Karloff em 1963 apresentou "Black Sabbath", dirigido pelo cineasta italiano especialista em horror: Mario Bava
*Núbia Poison, integrante virtual e roadie dos Retinas Queimadas é jornalista das publicações Retinas News.
*Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência