Johnny Deep nunca quis ser ator. Sempre quis ser músico.
Eu sei porque sou testemunha ocular dos fatos e dos flatos...
Vamos a eles, os fatos:
Certa manhã de domingo, Johnny, um garoto serelepe e de belo rosto, viu nos classificados que os Retinas Queimadas procuravam um vocalista.
Ligou para o Bocarra e marcou um teste.
Cantou aos berros 'Bóis don crai' do Cure, fumou 6 Gudan Garan e foi-se.
Os caras não gostaram de sua performance e preterilam-no em relação a Lou James Jr. e Savok.
Assim, os Retinas Queimadas passaram a ter dois vocalistas e desde então, o pobre ser sofre com essa rejeição.
Partiu para a carreira de ator em Hollywood como forma de apaziguar seus sentimentos em relação à música e o desejo de cantar.
Até que ele mandou mais ou menos em 'Edward Scissorhands', e depois das filmagens ele acabou se envolvendo com a Winona Ryder.
Coisa que os dois vocalistas dos Retinas certamente também queriam.
Mas o cara evoluiu filme a filme e mandou bem em 'O Libertino', uma das minhas interpretações preferidas.
Depois de criar uma galeria inesquecível de personagens esdrúxulos e inconformistas, Johnny Depp mergulha no campo do monstruoso e bizarro nesse filme.
O ator representa o poeta provocador do século XVII, John Wilmot o conde de Rochester, que alcançou a fama literária apenas após sua morte, aos 33 anos, de sífilis e pelo abuso de álcool.
O papel representado por Depp possui um poder de sedução espantoso por baixo de sua repulsiva expressão de desdém com os humanos, e o protagonista, um homem repulsivo, dotado de apetites sensuais compulsivos, vai ficando mais reconhecível à medida que se torna mais fisicamente grotesco.
Bela interpretação do Johnny. Os fãs agradeceram.
Ultimamente, o ator tem brincado em filmes juvenis e provavelmente ele curte suas excentricidades longe de nossos olhares curiosos em alguma parte exótica desse planeta.
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